Padrões

WCAG 2.2 nível AA

As Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.2 são o padrão internacional para acessibilidade de conteúdo web. O nível AA é o mínimo exigido pela maioria das legislações, incluindo a brasileira.

Seguir WCAG 2.2 significa garantir que o conteúdo seja perceptível, operável, compreensível e robusto para todos os usuários, incluindo pessoas com deficiência visual, auditiva, motora ou cognitiva.

Perceptível — conteúdo disponível para todos os sentidos
Operável — navegação por teclado, mouse e assistivas
Compreensível — linguagem clara e previsível
Robusto — compatível com tecnologias assistivas

Princípios WCAG aplicados

Texto alternativo em todas as imagens
Contraste mínimo de 4.5:1 para texto
Legendas e transcrições para áudio e vídeo
Ordem lógica de leitura no HTML
Resize de texto até 200% sem perda
Conteúdo não depende apenas de cor
Legislação

eMAG — Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico

O eMAG 3.1 é o referencial brasileiro de acessibilidade para sítios governamentais, alinhado às WCAG e adaptado à realidade do serviço público.

Conformidade legal

Portais públicos são obrigados por lei a atender ao eMAG. A não conformidade pode gerar sanções e processos judiciais.

Requisitos obrigatórios

O eMAG estabelece requisitos específicos para acessibilidade de conteúdo, design e código-fonte de portais públicos.

Inclusão real

O eMAG vai além da técnica, priorizando a experiência real de pessoas com deficiência no acesso aos serviços públicos.

Testes

O que verificamos em cada portal

Uma auditoria completa de acessibilidade envolve múltiplas camadas de teste, automatizadas e manuais.

Testes automatizados

HTML semântico com landmarks corretos
Hierarquia de headings (h1-h6) válida
Contraste de cores automatizado
Validação de formulários e campos
ARIA labels e roles corretos

Testes manuais

Navegação completa por teclado (Tab, Enter, Escape)
Foco visível e ordem lógica de tabulação
Leitura com NVDA, JAWS e VoiceOver
Zoom de até 400% sem perda de funcionalidade
Respeito a prefers-reduced-motion
Checklist

Checklist de acessibilidade

Requisitos que todo portal público deve atender, organizados por área de responsabilidade.

Estrutura HTML

Skip link como primeiro elemento
Landmarks: header, nav, main, footer
Heading hierarchy sem saltos
Listas e tabelas com markup correto

Interatividade

Navegação 100% por teclado
Focus ring visível em todos os elementos
Modais com trap de foco correto
Estados expandido/colapsado acessíveis

Conteúdo

Textos alternativos em imagens
Legendas em vídeos
Contraste adequado em todos os componentes
Formulários acessíveis com feedback
Processo

Como garantimos a acessibilidade

A acessibilidade não é uma etapa final — é um princípio que acompanha todo o ciclo de desenvolvimento.

01

Planejamento acessível

Desde a arquitetura da informação, definimos estrutura semântica, navegação por teclado e fluxos acessíveis.

02

Design com contraste

Todas as paletas e tipografias são validadas quanto ao contraste mínimo de 4.5:1 antes do desenvolvimento.

03

Desenvolvimento semântico

HTML semântico, ARIA landmarks, ordem lógica de leitura e componentes nativos sempre que possível.

04

Testes contínuos

Ferramentas automatizadas (axe, Lighthouse) e testes manuais com teclado e leitores de tela em cada sprint.

05

Relatório de conformidade

Ao final do projeto, entregamos relatório detalhado de conformidade WCAG 2.2 AA e eMAG 3.1.

06

Treinamento da equipe

Capacitamos os editores de conteúdo para manter a acessibilidade ao publicar novos conteúdos.

Seu portal está acessível para todos os cidadãos?

Realizamos auditorias de acessibilidade e desenvolvemos portais que atendem WCAG 2.2 e eMAG desde o primeiro dia.